
O preço do seguro auto não é aleatório: alguns fatores pesam muito mais do que você imagina na hora da cotação. Entenda quais são e como reduzir o valor sem perder proteção.
Todo ano chega a mesma sensação: o seguro auto renovou e o valor subiu, mesmo sem você ter causado nenhum sinistro. A boa notícia é que o preço não é aleatório — ele é calculado a partir de fatores concretos, e entender quais são eles ajuda a negociar e, principalmente, a evitar pagar mais do que precisa.
Por que o seguro auto ficou mais caro nos últimos anos?
Três movimentos combinados explicam boa parte do aumento: o custo de peças e mão de obra subiu acima da inflação geral, os índices de roubo e furto de veículos voltaram a crescer em várias regiões, e o valor médio dos carros também aumentou — o que eleva o valor segurado e, junto com ele, o prêmio.
Quais são os 7 fatores que mais pesam no preço?
- Perfil do condutor: idade, tempo de habilitação e histórico de sinistros do principal condutor do veículo.
- CEP de pernoite do carro: bairros com mais ocorrências de roubo e furto elevam o risco calculado pela seguradora.
- Uso do veículo: uso particular tem preço diferente de uso para trabalho ou aplicativo de transporte.
- Modelo e valor de mercado do carro: veículos mais visados por ladrões ou com peças mais caras custam mais para segurar.
- Classe de bônus: histórico sem sinistros nos últimos anos reduz o prêmio de forma acumulativa.
- Franquia escolhida: quanto menor a franquia, maior tende a ser o valor mensal ou anual do seguro.
- Coberturas e assistências adicionais: carro reserva, vidros e itens avulsos somam ao valor final da apólice.
Como pagar menos sem perder proteção?
Aumentar moderadamente a franquia, instalar rastreador (quando o modelo do carro se beneficia disso) e manter o cadastro de condutores atualizado são formas de reduzir o valor sem abrir mão do essencial. Mas o ajuste que mais costuma fazer diferença é simplesmente comparar: seguradoras diferentes calculam o mesmo perfil de forma diferente, e uma corretora que cota em várias delas encontra a combinação de preço e cobertura mais adequada para o seu caso.
Vale a pena cortar coberturas para economizar?
Cuidado com essa estratégia. Reduzir a franquia ou os itens de assistência pode economizar alguns reais por mês, mas abrir mão da cobertura compreensiva (a que protege contra roubo, furto e colisão) para economizar costuma sair caro na primeira vez que você precisar acionar o seguro. O ideal é ajustar o que tem menos impacto no dia a dia — franquia, itens acessórios — e manter intacta a proteção principal do veículo.
Antes de aceitar a renovação automática da sua seguradora atual, vale pedir uma nova cotação. A Spadina Corretora compara as principais seguradoras do mercado e explica, sem juridiquês, onde está cada real do valor cobrado. Fale com a gente e veja se dá para pagar menos no seu seguro auto.
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A Spadina Corretora está pronta para ajudar você a escolher a proteção ideal, sem compromisso.

